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E-commerce deve movimentar R$ 69,76 bilhões em 2016

Publicado por: tvsc
21/04/2016 23:01:01

 

Estimativa é apresentada no Relatório Conversion do E-commerce Brasileiro 2016



O comércio eletrônico é um dos segmentos que mais crescem e movimentam a economia brasileira. Ao contrário dos demais setores do varejo convencional, o e-commerce está em constante ascensão e, em 2015, apresentou um faturamento 26,9% maior do que no ano anterior.

 

O Relatório Conversion do E-commerce Brasileiro 2016 aborda também as expectativas de desempenho para cada mês do ano, considerando os indicativos de compra e o comportamento dos consumidores. Em maio, o faturamento deve chegar em 6,18 bilhões de reais, registrando um aumento de 8,86% em relação a abril. Mas é o mês de novembro que apresenta a maior previsão de faturamento do ano, com um crescimento previsto de 48,74% em relação ao mês anterior.

 


M-Commerce: a próxima revolução no e-commerce

 


A evolução da tecnologia traz novas formas comunicação e de se fazer negócios. O mobile-commerce é uma delas

 

A cada nova geração tecnológica que surge, o mercado consumidor é varrido por novas tendências e um leque de possibilidades e novas oportunidades despontam para serem exploradas obrigando as empresas que desejam continuar na vanguarda de suas respectivas áreas a se adaptarem a uma nova realidade de mercado. Pensando nisso, na nova geração de tablets e celulares e no investimento cada vez maior no sistema de conexão móvel com Internet é que uma nova modalidade de comércio eletrônico começa a ganhar força, o Mobile Commerce.

 

O QUE É MOBILE-COMMERCE

 

Mobile Commerce, ou m-commerce é toda e qualquer operação que envolva a transferência de propriedade ou de direitos de utilização de bens e serviços, que é iniciado e / ou concluído com a utilização de dispositivos móveis. A Internet, que já era uma enorme vitrine publicitária, viu esse efeito aumentar de maneira exponencial com o crescimento das redes sociais, que são as principais aliadas do m-commercejá que usuários, que são clientes em potencial, utilizam as redes para saberem a opinião de terceiros sobre um mesmo produto e todos sabemos o que acontece quando um consumidor adquire algo e fica satisfeito; ele conta aos amigos. E que maneira melhor de fazer isso se não nas redes sociais, onde todo o ciclo de amizades está ao alcance de um clique?

 

O principal mérito do e-commerce foi transformar o relacionamento dos comerciantes com seus clientes e esse será o principal desafio do m-commerce nos próximos anos, embora os números já sejam animadores. Os números relacionados ao comércio móvel do Paypal por exemplo são bem significativos; as transações feitas por dispositivos móveis aumentaram seis vezes em apenas um ano, de US $ 25 milhões em 2008 para US $ 141 milhões em 2009. O valor total dos pagamentos móveis em todo o mundo deve quadruplicar, passando de US $ 170 bilhões em 2010 para 630 milhões dólares americanos em 2014, de acordo com a Juniper Research.

 

AS POSSIBILIDADES DO MOBILE-COMMERCE

 

O m-commerce oferece ainda possibilidades únicas em relação às demais formas de comércio eletrônico. Considerando que seus principais veículos são smartphones e tablets o comércio eletrônico pode ser feito de duas formas: sites digitados ou aplicativos a serem instalados nos aparelhos. Segundo o diretor sênior de Merchant Services no Paypal,Bill Zielke, “Desenvolver uma experiência de compra pelo celular é mais arte do que ciência, layouts com botões grandes, o mínimo de texto, rolagem e um checkout rápido são fundamentais para a conversão”


Para empresas que desejam uma Interface mais elaborada a melhor opção são os aplicativos, que trazem ainda a vantagem de serem elaborados para um hardware e sistema operacional específico.Já a web móvel traz a vantagem de não ser tão específica e fragmentada, oferecendo uma variedade imensa de opções de tudo que se procura e conta ainda com uma maior flexibilidade e alcance de público.


Fato é que ambas as opções surgem como ótimas alternativas para uma nova realidade de mercado que certamente acompanhará a tendência geral do e-commerce e das redes sociais que chegaram para ficar. E as empresas que souberem aproveitar essas tendências e integrarem suas lojas e ações de mercado, certamente sairão na frente.


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